Um suspiro

A vida é breve, um dia estamos aquiE no outro, de partida para outro lugarNão te preocupes, é mesmo assimSó nos resta desfrutar!O agora é um momento efémero E o depois, quem sabe o que nos reserva?Perseguimos a quimera do eternoA nossa mente é perversaHoje ainda respiroE sou feliz por ter-te comigoAmanhã talvez acabe numLire la suite « Um suspiro »

Saudades

Saudade do VerãoSaudade do cri cri dos grilosSaudade do reboliço e da confusãoSaudade de comer figosSaudade do sol e do calorSaudade de ser criançaSaudade de ignorar a dorSaudade de não perder a esperançaSaudade de ontem, de hoje e de amanhãSaudade dos amigos e da famíliaSaudade de preguiçar de manhãSaudade de viver sem controlo nem vigíliaSaudadeLire la suite « Saudades »

Ao som do vento

Ninguém se deve envergonhar de ser feliz. Luís Sepulveda É um amigo que me chamaQue me assobia de vez em quandoInvisível e impenetrávelAcompanha-me por onde andoTraz um cheiro a naturezaÉ a brisa que me envolveNos dias de menos leveza São os pássaros seus apaixonadosAs flores suas fieis donzelasOuve-se a melodia nos quatro costadosSem deixar marcasLire la suite « Ao som do vento »

Amizade improvável

O leão diz à formigaÉs tão pequenina!A formiga responde Não imaginas a minha sorte! Posso fazer mais do que tu que és tão forteQuando chove, abrigo-me debaixo de uma folhaSempre que há festa, voo em cima de uma rolhaNos dias de sol abrasadorUma simples pedrinha protege-me do calorE quando estou chateada com o mundo Basta-meLire la suite « Amizade improvável »

A história do Senhor Não

Era uma vez um homem carrancudo, sisudo, mal humorado. Comum, banal, igual a tantos outros. Carrageva o mundo nos ombros e as suas pernas começavam a fraquejar. Vestia-se de preto porque a vida não estava para outras cores. Este homem tinha uma particularidade capaz de o distinguir de todos os outros seres humanos: dizia sempreLire la suite « A história do Senhor Não »

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