Paris, mon amour

Cidade luz, capital do amor e do sublimeNem sei por onde começar porque não quero que termineFoste casa, brindaste-me com amigosAh e viste nascer os meus filhos!Sempre que penso em ti fico desamparadaEste namoro dura há anos e eu sem ti sou quase nada. Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa Moreira da Cruz

Conto de Inverno

Brisa gélida matinalQue martiriza o corpo inteiro,Mas aquece o coraçãoDos que sentem um amor verdadeiro. Fecho os olhos e inventoUm conto íntimo e pessoal.A chuva, a tempestade… o mau tempoLonge da alma, mas tão real. Passeamos de mãos dadas pela avenidaRepleta de árvores despidas de folhas.Deslizamos pelo manto que cuida das feridasE alimenta sentimentos deLire la suite « Conto de Inverno »

A história do Senhor Não

Era uma vez um homem carrancudo, sisudo, mal humorado. Comum, banal, igual a tantos outros. Carrageva o mundo nos ombros e as suas pernas começavam a fraquejar. Vestia-se de preto porque a vida não estava para outras cores. Este homem tinha uma particularidade capaz de o distinguir de todos os outros seres humanos: dizia sempreLire la suite « A história do Senhor Não »

Despojos de uma vida

Passei por este mundo como tantos,Mas amei como tão poucos.Vivi, sem pressa, sem medo, sem prantosFazendo dos dias enfadonhos momentos loucos. Caminhei com os pés bem assentesNesta terra que suavemente me acolheuE me deixou partir livre e sem correntes,Sem me esquecer de tudo o que ela me deu. Finalmente, sou apenas espírito e recordaçãoE umaLire la suite « Despojos de uma vida »

Mãe

Mãe solteira, mãe casadaMãe viúva ou divorciada Mãe leoa, mãe galinhaMãe corajosa como a minha Mãe alheia, mãe ausenteMãe amiga, sempre presente Mãe espancada, abandonadaMãe forte e recuperada Mãe adúltera e egoístaMãe enganada, mas pacifista Mãe afetos, amor e coraçãoMãe calculista e só razão Mãe jovem, quase irmãMãe madura, mas tão sã Mãe diplomada eLire la suite « Mãe »

En mai, fais ce qu’il te plaît

Bem vindos à nova normalidade! Maio 2020 já é uma data histórica para muitos habitantes do planeta azul. O mês do desconfinamento, da desclausura, mas sem desobediência nem desenvoltura. Avançamos a passos de bebé, com prudência e sem excessos. Caso contrário, voltaremos para casa antes de saborear a tão ansiada liberdade. Como dizem os franceses,Lire la suite « En mai, fais ce qu’il te plaît »

¡Al mal tiempo, buena cara!

Só quem te conhece mal é que se atreve a concluir, erradamente, que és a nossa irmã gémea. Tu és ímpar, singular, cosmopolita, multicultural. Berço de mil e uma noites, de reis e de rainhas, de uma guerra civil sangrenta e de uma ditadura franquista. Terra de montanhas, serras e mesetas banhada pelos mares mediterrâneoLire la suite « ¡Al mal tiempo, buena cara! »

Paris…sempre!

Desta vez, fui egoísta. Pensei apenas em nós. Há muito tempo que queria agradecer-te publicamente tudo o que me deste. Se estou à espera da melhor ocasião, nunca o farei. Graças a ti, não sou a mesma após os quase 8 anos de vida em comum e as inúmeras visitas relâmpago. Segue-se uma declaração deLire la suite « Paris…sempre! »

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