O que têm em comum Omar Sy e Pelé?

A minha filha quis saber a atividade que mais desejo retomar quando este semi-confinamento terminar. Sem hesitar, respondi: ir ao cinema. Reconheço que sou antiquada. Quase ninguém vai ao cinema. Não temos Netflix, nem Amazon Prime em casa. Obviamente, vejo filmes através da internet, sempre em versão original (coisa rara em França!), mas a sensaçãoLire la suite « O que têm em comum Omar Sy e Pelé? »

Triste fim de vida

Dedico este texto aos idosos, às pessoa de idade, aos velhotes, aos velhinhos. Deixemo-nos de eufemismos e chamemos-lhes simplesmente… velhos! Cada um deve assumir a sua idade sem medo nem pudor. Mais difícil que envelhecer é aceitar que o corpo muda e a cabeça também, embora a ritmos diferentes. O tempo, às vezes, pode serLire la suite « Triste fim de vida »

Virados do avesso

É cão, é gatoÉ periquito, é peixe encarnadoÉ gritaria, casa desarrumadaFicamos de pijama. Festa assegurada!É roupa amarfanhada, loiça por guardarDe manhã, não há escolha, temos que trabalharEstudar em casa é o que está a dar!Escola fechada, parque vazioTodos os dias são iguais, mas sem frioSaudades dos avós, triste realidadeEles sim gostam de nós de verdade!QuandoLire la suite « Virados do avesso »

A minha casa é uma prisão

A minha casa é uma prisãoBonita, sofisticada, ordenada.Com toalhas de linho, loiça de porcelana e copos de cristal.Com gente elegante e educada.– As crianças? Não as ouço…– Não se preocupe, não há alvoroço. A minha casa é uma prisãoNumas águas furtadas com uma vista deslumbrante E um gato sempre a brincar.16 metros quadrados para dormir,Lire la suite « A minha casa é uma prisão »

Nervos à flor da pele

Pandemia, paramédicos, paranóia,Febre, tosse, exaustão.Falta o ar, faltam testes, falta tudo.Dúvidas… muita imaginação. Clausura, solidariedade, (des)união.Rebanho sem pastor,Nenhum país tem a solução. E quando ninguém se entendeO divino sobrepõe-se à razão. Ricos, pobres, louros, morenosGordos, magros, solteiros, casados.Do Sul, do Norte, de todo o lado! Crianças, jovens e velhos.Contam-se os vivos,Enterram-se os mortos.E cada qualLire la suite « Nervos à flor da pele »

« Estou farta deste vírus! »

Et voilà, o dia 1 de maio também esteve de quarentena. A “fête du travail” celebra-se no país galo desde 1793 e é quase tão importante como o 14 de julho (dia nacional). Pela primeira vez, não houve festejos nem desfiles da CGT ou da “France Ouvrière”. Neste mesmo dia, celebra-se outra festa: a doLire la suite « « Estou farta deste vírus! » »

« Please, call me Brad! »

As férias da Páscoa estão a chegar ao fim. E que férias! Todos os dias parecem domingos de Inverno, longos e preguiçosos. Para tornar o cenário mais credível a temperatura baixou e a chuva tem-nos feito companhia. E temos tempo! Para contar histórias, jogar ao Cluedo e ao Monopoly, fazer puzzles, ouvir música, dançar naLire la suite « « Please, call me Brad! » »

RISO

Macron decretou o prolongamento da quarentena até 11 de Maio. Anunciou que serão realizados testes à população mais exposta, assim como às pessoas que apresentem sintomas (até que enfim!). Haverá novas ajudas financeiras para as famílias mais vulneráveis e o regresso à « normalidade » será progressivo e organizado por fases; não sairemos todos de casa aoLire la suite « RISO »

Todos em casa

Saí de Portugal há 20 anos e já vivi em vários países europeus. Desde 2018 a minha casa é Saint-Malo, em França. Estar longe da família e comunicar através de Skype, Whatsapp e Facetime faz parte do meu quotidiano. Bendita era digital! É o preço a pagar por ter escolhido viver no estrangeiro. Somos quatroLire la suite « Todos em casa »

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