Água

Água de nevão dá muito pãoMas também faz desabar as paredesA água é boa para lavar os pésE para criar rãs na barrigaÁgua corrente não faz mal à genteE esterco não consenteÁgua parada: água estragadaÁgua detida faz mal à vidaÁgua o deu, água o levouÁguas passadas não moem moinhosNem lavam as más línguasÁgua mole, emLire la suite « Água »

Três noites e dois dias

Desta vez, nem tive tempo de abraçar a minha Lisboa. Acabada de aterrar, fui para Tomar, a cidade que os meus pais escolheram para viver depois de mais de 60 anos na capital. O calor abrasador baralhou-me o discurso. Nem para falar tinha energia. Já não me lembrava do que eram 42°C à sombra! ALire la suite « Três noites e dois dias »

Mont Saint-Michel

De paseo entre la tierra y el marLaberinto de colores, rompecabezasVerde, azul, ocre y blancoTe veo sin verteTe siento sin tocarteY tu, te burlas de miJuegas al despisteTe cubres con un fino vieloY como si fuera pocoMe enganchas en tu hechizoTan cerca y tan lejosMágico e inalcansable. Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa MoreiraLire la suite « Mont Saint-Michel »

Expressões Portuguesas – Água

Água de nevão dá muito pãoE água do mar o que terá para dar?Desgaste na madeira, buracos nas redesA água (também) faz desabar as paredesE quando teimamos em insistir no que não dura?Água mole, em pedra dura, tanto dá até que a furaFaçamos barulho, mostremos o que nos o que nos revoltaA água silenciosa éLire la suite « Expressões Portuguesas – Água »

A importância da língua materna

Todos os anos, a 21 de Fevereiro, celebra-se o Dia Internacional da Língua Materna. Esta data foi aprovada pela Assembleia Nacional das Nações Unidas em 2002, embora tenha sido anunciada, pela primeira vez, em 1999, em homenagem ao Paquistão. Este país foi criado em 1947 e, na altura, o governo decidiu que o urdu seriaLire la suite « A importância da língua materna »

Poema

Em prosa ou em versoDe estrofes soltas ou emparelhadasCom rimas seguidas ou cruzadas.Um cheiro, uma paisagem, um olharUm quadro, um sorriso, uma melodia.Íntimo ou partilhadoReal ou fruto da nossa fantasia.Escrito, pintado, cantado, sentidoO que seria de nósSem um poema por dia? Filipa Moreira da Cruz

Porto como te quero

Cidade invicta, no norte de PortugalGente autêntica, acolhedora e naturalNo Porto sinto-me em casa, embora não gostem que diga que sou alfacinhaGuardo o segredo porque sei que também és minha. Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa Moreira da Cruz

Saint-Malo

Cité corsaire de onde saiu Jacques Cartier para o CanadáLugar que acolhe quatro estações num diaPraia que invade a cidadeOu cidade que engole a praiaBarcos que chegam e que partemPensei estar de passagemMas quando dei por mim já lhe chamava casa Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa Moreira da Cruz

Berço de Portugal

D. Afonso Henriques prometeu e cumpriuDaria aos portugueses o que era seuPor amor à pátria derrotou a própria mãeTambém destes feitos um país tem1128 ficará para sempre na HistóriaE a vitória de S. Mamede não se apaga da memóriaAqui nasceu Portugal…Guimarães. Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa Moreira da Cruz

« Please, call me Brad! »

As férias da Páscoa estão a chegar ao fim. E que férias! Todos os dias parecem domingos de Inverno, longos e preguiçosos. Para tornar o cenário mais credível a temperatura baixou e a chuva tem-nos feito companhia. E temos tempo! Para contar histórias, jogar ao Cluedo e ao Monopoly, fazer puzzles, ouvir música, dançar naLire la suite « « Please, call me Brad! » »

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