Diz-me o que vês

Diz-me o que vêsNão, não digas Esses teus olhos não mentemSão puros e transparentesDeixa-me sonhar, entrar dentro de tiTrespassar a tua alma sem fimDois corpos, um único espírito Diz-me o que vêsNão, não digas Sozinha, caminhoPor entre as trevas do passadoPercorro trilhos perdidosAté atingir a felicidadeAh, grande momento este! Diz-me o que vêsNão, não digasLire la suite « Diz-me o que vês »

Manhã de Inverno

Beijo fugaz num banco do jardimFrio glacial que se apodera de mimUma criança brinca e sorriSabe que a vida é agora e aquiNeste minuto, neste instanteUma valsa efémera e estonteanteDeixamos de ser dois, somos apenas umDançamos neste mundo igual a mais nenhumEsquecemos o Inverno e as feridasCuramos as mãos doridasLevantamos voo, bem altoViajamos no tempoLire la suite « Manhã de Inverno »

Alma

Ó alma desgarradaQue andas por aí à solta.Tropeçando nos desvarios de tanta gente louca. Arranca-me deste corpo,Eu a ti já não pertenço.Quero sobrevoar o mundoPara visitar o que já não conheço. Tristes aqueles que sabem tudoE mais infelizes ainda os que não querem ver.O universo é infinito, mas o fim está tão perto… No deserto,Lire la suite « Alma »

Paris…sempre!

Desta vez, fui egoísta. Pensei apenas em nós. Há muito tempo que queria agradecer-te publicamente tudo o que me deste. Se estou à espera da melhor ocasião, nunca o farei. Graças a ti, não sou a mesma após os quase 8 anos de vida em comum e as inúmeras visitas relâmpago. Segue-se uma declaração deLire la suite « Paris…sempre! »

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