Vermelhão

Vermelho de raiva ou de vergonhaDe amor ou de paixãoVermelho esquivo e incerto Que desafia o coraçãoVermelho solto e livreDe correrias e contratemposVermelho ousado e provocadorQue entra na dança sem ser convidadoVermelho de mágoa e de rancorLibertino e ousadoVermelho vivo quando estás zangadoPintado a tinta ou a lápisVermelho que à vida dá corE combate aLire la suite « Vermelhão »

Flores y colores

Me miras y tiembloPierdo mi rumboY encuentro la paz en tu jardín secreto Escucho « te quiero »Y casi me mueroTus caricias son delicadas como las mariposasTus besos son dulces como las fresasY las flores en el caminoAy casi me olvido…Son los colores que dan vida y alegríaA los días más tristes e insípidos. Filipa Moreira daLire la suite « Flores y colores »

Historias sin fin

Que nunca se apague la esperanzaQue el camino sea más que añoranzaQue no se mueran las flores del jardínNi las historias o leyendas sin finQue nunca nos quiten las estrellas en el cieloNi el amor puro y belloQue no nos fallen las mariposasQue siempre tengamos cosas hermosasQue no se acaben las risas ni las carcajadasQueLire la suite « Historias sin fin »

Desfolhada

A minha pele tem rugas e fendasOs meus olhos conhecem segredosE apenas tu os desvendas As nossas vidas seguem caminhosQue parecem labirintos intermináveisOs sonhos não se perdemMas alguns erros são irreparáveisAs minhas mãos apenas pedem Que as cuides para sempreBaloiço ao ventoHumor frio, suor quenteRio e choro ao mesmo tempoViajo até à tua mente, masLire la suite « Desfolhada »

Mis manos

Mis manos cuidanProtegen y acaricianRecogen alegríasY muchas tonteriasEn mis manos Crecen flores de todos los coloresY salen frutos de multiples sabores Con mis manos salgo pescandoNiños bailandoSueños revueltosRompecabezas no resueltosMis manos Hacen maravillasPor ti, lo hago todoBasta que me lo pidas Sin mis manos¿Cómo lo disfrutarías? Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa Moreira daLire la suite « Mis manos »

Alma vestida de branco

A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe. Mário Quintana Dispo todas as coresSou folhas e floresCorpo sem antranhasApenas mares e montanhasNão falo nem ouçoFaço o que possoDeslizo entre o ventoFeito de dor e desalentoVivo num devaneioNeste mundo feioMas a alma pintada de brancoNunca perde o seu encanto. Filipa Moreira daLire la suite « Alma vestida de branco »

Silêncio

Tenho que aprender a ficar caladaA abrir a boca e não dizer nadaPreciso de fazer um esforçoPara que o silêncio seja o meu reforçoChega de fala barato!A vida não é sempre desacatoQuero ser luz na escuridãoE saber dizer nãoOuvir duas vezes e falar a metadeÉ essa a verdadeira liberdadeA natureza tem sempre razãoMas o serLire la suite « Silêncio »

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