Tristeza

Primeiro me acabou o riso, depois os sonhos, por fim, as palavras. É essa a ordem da tristeza. Mia Couto O riso veste a alma com as cores do arco-íris Os sonhos dão-nos asasSem eles, apenas existimosAs palavras são a voz do que nos vai no coraçãoMas então, temos o direito de estar tristes?Claro! ELire la suite « Tristeza »

Inverno que parece Outono

Caminhamos descalços e de mãos entrelaçadasNum ritmo lento e desenfadadoMarcamos passo nesse chão suaveSob um manto de folhas secas. Sem pressa, desacelaramos o tempoE pedimos ao coração que abrandeMais um sorriso, um beijo, um abraçoUm carícia, um aconchego, um olhar. E o silêncioProfundo e inquietanteAtormenta os que não sabem escutarO mar, as núvens, a terraLire la suite « Inverno que parece Outono »

Manhã de Inverno

Beijo fugaz num banco do jardimFrio glacial que se apodera de mimUma criança brinca e sorriSabe que a vida é agora e aquiNeste minuto, neste instanteUma valsa efémera e estonteanteDeixamos de ser dois, somos apenas umDançamos neste mundo igual a mais nenhumEsquecemos o Inverno e as feridasCuramos as mãos doridasLevantamos voo, bem altoViajamos no tempoLire la suite « Manhã de Inverno »

Paris, mon amour

Cidade luz, capital do amor e do sublimeNem sei por onde começar porque não quero que termineFoste casa, brindaste-me com amigosAh e viste nascer os meus filhos!Sempre que penso em ti fico desamparadaEste namoro dura há anos e eu sem ti sou quase nada. Filipa Moreira da Cruz Photos : Filipa Moreira da Cruz

Conto de Inverno

Brisa gélida matinalQue martiriza o corpo inteiro,Mas aquece o coraçãoDos que sentem um amor verdadeiro. Fecho os olhos e inventoUm conto íntimo e pessoal.A chuva, a tempestade… o mau tempoLonge da alma, mas tão real. Passeamos de mãos dadas pela avenidaRepleta de árvores despidas de folhas.Deslizamos pelo manto que cuida das feridasE alimenta sentimentos deLire la suite « Conto de Inverno »

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