Morte certa, mas sem hora marcada

A minha irmã avisou-me e eu pensei estar preparada. Enganei-me. E o choque foi imenso quando vi a minha mãe (ainda jovem e cheia de vida) tão magra e debilitada, deitada na cama do hospital. Parecia uma boneca de porcelana, com a tez esbranquiçada e o corpo mirrado. Ou um copo de cristal que, sóLire la suite « Morte certa, mas sem hora marcada »

Fly away!

Adoro viajar! O avião e o comboio são os meus transportes favoritos. E amanhã vou ter uma dose dos dois! Saint-Malo – Rennes – Paris – Lisboa. A expedição vai ser longa, mas quem corre por gosto não se cansa. Tirei esta fotografia há vários anos, num voo de San Sebastian a Lisboa. Ah, Lisboa…Lire la suite « Fly away! »

Nunca mais és mãe!

A maioria das minhas amigas não tem filhos. Nem todas por opção. Mas isso não significa que não gostem de crianças, antes pelo contrário. Perguntam-lhes frequentemente se ainda pretendem ser mãe. As respostas são variadas e algumas até originais: não pensei nisso, não tenho tempo, qualquer dia destes, quando puder, falta-me encontrar a pessoa certa…Lire la suite « Nunca mais és mãe! »

Mãe

Dedico este poema a todas as mães e, em especial, à minha. Ficou órfã aos 15 anos, passou por quatro cesarianas com anestesia geral (e quase perdeu a vida numa delas), venceu dois cancros e uma Covid severa. Está a tratar-se de um cancro que já se instalou no fígado e nos pulmões. Quatro filhosLire la suite « Mãe »

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