Ao som do vento

Ninguém se deve envergonhar de ser feliz. Luís Sepulveda É um amigo que me chamaQue me assobia de vez em quandoInvisível e impenetrávelAcompanha-me por onde andoTraz um cheiro a naturezaÉ a brisa que me envolveNos dias de menos leveza São os pássaros seus apaixonadosAs flores suas fieis donzelasOuve-se a melodia nos quatro costadosSem deixar marcasLire la suite « Ao som do vento »

De geração em geração

Enquanto o menino olha pela janela e sonha em ser ave, flor ou raposa a professora ordena:– João, faz a lição!Ele regressa ao i esguio e arrebitado, desejando estar lá fora, do outro lado.O João cresceu e cortaram-lhe as asas. Esmoreceu.Em família de doutores e engenheiros ser amigo de bicho está fora de questão!Casou, teveLire la suite « De geração em geração »

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