Êxodo urbano

Durante vários séculos, a população trocou o campo pela cidade em busca de melhores condições de vida. Quando a terra deixava de ser fértil, voltavam-se as costas ao verde e abraçava-se o cinzento da metrópole. A tecnologia e a indústria prometiam sucesso e prosperidade. Mas nem todos se deixaram seduzir pela vida urbana e háLire la suite « Êxodo urbano »

Crónica de um país desamparado

As últimas semanas em França foram tudo menos monótonas. O país começou a desconfinar-se no dia 3 de Maio. Este processo vai decorrer em quatro fases e a vida de antes (que nunca será totalmente igual) só será recuperada a partir de 30 de Junho. Até lá, continuaremos a caminhar a passinhos de bebé eLire la suite « Crónica de um país desamparado »

Comment ça va?

Esta questão é-me colocada várias vezes ao longo do dia. Os franceses têm-na na ponta da língua e respondem por automatismo: ça va. E eu não fujo à regra porque ninguém está interessado em ouvir um desabafo, uma apreensão. Ninguém tem tempo para lamurias nem queixas. Ninguém se preocupa com os problemas dos outros nemLire la suite « Comment ça va? »

Se não for Covid, pode esperar?!

Há uns dias ligou-me uma amiga. Finalmente (pensei)! A última vez que falamos ao telefone foi no início do ano. Depois dessa data enviei-lhe várias mensagens, mas nunca obtive nenhuma resposta. Quando atendi o telefone apressou-se a desculpar-se dizendo-me que estava muito ocupada. Com o quê? Não tem filhos e está em layoff desde novembro.Lire la suite « Se não for Covid, pode esperar?! »

Saudades

Saudade do VerãoSaudade do cri cri dos grilosSaudade do reboliço e da confusãoSaudade de comer figosSaudade do sol e do calorSaudade de ser criançaSaudade de ignorar a dorSaudade de não perder a esperançaSaudade de ontem, de hoje e de amanhãSaudade dos amigos e da famíliaSaudade de preguiçar de manhãSaudade de viver sem controlo nem vigíliaSaudadeLire la suite « Saudades »

Made in USA

A primeira vez que fui aos Estados Unidos tinha 14 anos. A minha mãe fez-me a surpresa e levou-me a Nova Iorque, uma metrópole fascinante com quase tantos habitantes que Portugal. Fiquei deslumbrada com a cidade que nunca dorme. Londres já me tinha conquistado, mas Nova Iorque superou todas as minhas expectativa porque consegue serLire la suite « Made in USA »

Triste fim de vida

Dedico este texto aos idosos, às pessoa de idade, aos velhotes, aos velhinhos. Deixemo-nos de eufemismos e chamemos-lhes simplesmente… velhos! Cada um deve assumir a sua idade sem medo nem pudor. Mais difícil que envelhecer é aceitar que o corpo muda e a cabeça também, embora a ritmos diferentes. O tempo, às vezes, pode serLire la suite « Triste fim de vida »

Virados do avesso

É cão, é gatoÉ periquito, é peixe encarnadoÉ gritaria, casa desarrumadaFicamos de pijama. Festa assegurada!É roupa amarfanhada, loiça por guardarDe manhã, não há escolha, temos que trabalharEstudar em casa é o que está a dar!Escola fechada, parque vazioTodos os dias são iguais, mas sem frioSaudades dos avós, triste realidadeEles sim gostam de nós de verdade!QuandoLire la suite « Virados do avesso »

Casa de papel

Casa de mármore, de cimento, de cartão.Casa de madeira, de pedra, de vidro.Casa de palha, de tecido, de papelão.Casa de tijolo, de ferrugem, sem brilho. Casa debaixo da terra, no cimo da árvore.Casa no sexto andar ou no rés-do-chão.Casa grande, com jardim e piscina.Casa pequenina que cabe na mão. Casa com peixe encarnado,Casa com gato,Lire la suite « Casa de papel »

Verão em cheio!

Uma portuguesa, uma mexicana, uma “inglesa” e um francês. Juntos, na mesma casa, durante 7 dias, com vários membros da minha família portuguesa. Parece o início daquelas anedotas que contávamos na escola, mas não é. Apesar de termos partilhado muitas gargalhadas. Uma semana de férias no paraíso. Dolce far niente em terras lusas debaixo deLire la suite « Verão em cheio! »

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