Água

Água de nevão dá muito pãoMas também faz desabar as paredesA água é boa para lavar os pésE para criar rãs na barrigaÁgua corrente não faz mal à genteE esterco não consenteÁgua parada: água estragadaÁgua detida faz mal à vidaÁgua o deu, água o levouÁguas passadas não moem moinhosNem lavam as más línguasÁgua mole, emLire la suite « Água »

Para si mãe

Querida mãe,Enviou-me esta fotografia da terra que a acolheuE eu recebo-a com o carinho que sempre me deuEstes versos são insignificantesMas sabe que o amor, esse, é eterno e constanteRegado diariamente com alegria e resiliênciaAlheio a futilidades e prepotênciaO castelo vigia, do alto da colinaA cidade que é sua e quase minhaE a adorada calçadaLire la suite « Para si mãe »

Tempo é vida

Dizem que tempo é dinheiro, mas eu não trocaria nenhuma fortuna pelo tempo que já tive.Tempo é vida!Cheguei a tempo ao comboio e ao avião. Tive tempo para ir ao hospital e de acompanhar a minha mãe no regresso a casa. Houve tempo para rir e para chorar. Tempo para falar de futilidades e deLire la suite « Tempo é vida »

Três noites e dois dias

Desta vez, nem tive tempo de abraçar a minha Lisboa. Acabada de aterrar, fui para Tomar, a cidade que os meus pais escolheram para viver depois de mais de 60 anos na capital. O calor abrasador baralhou-me o discurso. Nem para falar tinha energia. Já não me lembrava do que eram 42°C à sombra! ALire la suite « Três noites e dois dias »

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