Jogo cromático

Verde é a minha esperança Num mundo mais justoAzul são os sonhos infinitos No céu que abraça as nuvensVerde é a felicidade de rebolar na relvaNum dia de PrimaveraAzul é o desejo de ternuraComo o mar que embala os barcosVerde é a resiliência necessária Para seguir em frenteAzul é a alma melancólica Nos dias deLire la suite « Jogo cromático »

Amor sem espinhos

Não há bela sem senãoNão há alma sem coraçãoNão há rosa sem espinhosNão há metas sem caminhosNão há mar sem ondasNão há praia sem conchasNão há recompensa sem esforçoNão há festa sem alvoroçoNão há Outono sem chuvaNão há presença como a tuaNão há Verão sem calorNão há paz sem amorNão há queijo sem marmeladaNão háLire la suite « Amor sem espinhos »

Pangeia

E se não existissem fronteirasMarítimas, terrestres ou aéreas?E se houvesse uma única bandeiraDe várias cores e tamanhos?E se navegássemos todosNo imenso mar?E se comunicássemos Na mesma língua?E se fossemos apenasSeres humanos e imperfeitos?E se cuidássemos do nosso planetaComo se fosse a nossa última morada?E se deixássemos de terPara nos concentrarmos na essência do ser? FilipaLire la suite « Pangeia »

Mar adentro

O mar é o habilidoso desenhador de ausências. Mia Couto Quando a alma está doenteE a esperança mais ausenteTranquiliza-me o azul do marSinto-me livre, quase a levitarSempre que a saudade me apoderaMergulho numa quimeraSou embalada pelas ondas E esqueço palavras hediondasTalvez seja o verde esmeraldaQue me tem mantido acordadaOu será o reflexo na água QueLire la suite « Mar adentro »

Abençoada família esta onde nasci!

Deveria terminar um trabalho escrito, mas não tenho vontade… O meu amigo Fernando enviou-me um link para um exclente albúm e eu já estou noutra dimensão! Bem longe…!Voltei a ter 13 ou 14 anos. Revejo-me sentada na salinha cor de rosa preparada para ficar horas a fio a ouvir música e a escrever para aliviarLire la suite « Abençoada família esta onde nasci! »

Celebrar o amor é celebrar a vida

A 14 de fevereiro celebra-se o São Valentim em quase todo o mundo. Existem, pelo menos, três versões em volta desta festa. Partilho a que se dedica à história do padre de Terni que viveu no século III e opôs-se às ordens de Cláudio II. Segundo a lenda, o imperador decidiu proibir todas as uniõesLire la suite « Celebrar o amor é celebrar a vida »

Proibido ser (in)feliz

Seja positivo, sorria. Mas não se esqueça de chorar de vez em quando, isso mostra que não é insensível. Liberte-se das pessoas tóxicas, mas não se afaste da família, mesmo que os mais podres sejam aqueles com quem partilha ADN. Faça o que gosta, mas enquanto não aparece o trabalho dos seus sonhos deixe-se ficarLire la suite « Proibido ser (in)feliz »

Vida de cão

Animal pequenino e tristonho.Descuidado, pulguento e abandonado.Os que passavam não lhe achavam graçaE tinham medo de apanhar carraça.Mas a Mathilde não pensava assimE queria o cachorro para si. Sonhou em levá-lo consigo,Dar-lhe banho e um porto de abrigo.O que as crianças desejam acontece.É o poder da mente que obedece.O cachorro cresceu e virou cão.A meninaLire la suite « Vida de cão »

A minha casa é uma prisão

A minha casa é uma prisãoBonita, sofisticada, ordenada.Com toalhas de linho, loiça de porcelana e copos de cristal.Com gente elegante e educada.– As crianças? Não as ouço…– Não se preocupe, não há alvoroço. A minha casa é uma prisãoNumas águas furtadas com uma vista deslumbrante E um gato sempre a brincar.16 metros quadrados para dormir,Lire la suite « A minha casa é uma prisão »

¡Al mal tiempo, buena cara!

Só quem te conhece mal é que se atreve a concluir, erradamente, que és a nossa irmã gémea. Tu és ímpar, singular, cosmopolita, multicultural. Berço de mil e uma noites, de reis e de rainhas, de uma guerra civil sangrenta e de uma ditadura franquista. Terra de montanhas, serras e mesetas banhada pelos mares mediterrâneoLire la suite « ¡Al mal tiempo, buena cara! »

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