Serenidade

Dei renda solta ao sentimentoSoltei todas as lágrimasChorei o que estava guardado E antecepei o que viráLavei a alma vezes sem contaE vesti a roupa da esperançaDe que vale fazer planos?Para quê traçar um projeto a longo prazoSe numa questão de dias tudo muda?O futuro está nas mãos de DeusE não sabemos de que seráLire la suite « Serenidade »

Escrever certo por linhas tortas

Por vezes sou mal interpretadaLêem-me os pensamentos de forma erradaNão decifram em que me aplicoNem identificam o que comunicoMas isso pouco importa!Até o Todo Poderoso escreve certo por linha tortaE eu não pretendo ser Deus (obviamente!)Mas protejo os meusSempre! Filipa Moreira da Cruz

Paradoxo

Às vezes, julgo-me fútilOutras, nem por issoPor vezes, imagino-me imortalOutras, apetece-me fechar os olhosE partir… para bem longeAlgumas vezes, pretendo alcançar tudoOutras, limito-me a agarrarO que está aqui ao ladoPoucas vezes, penso em mimOutras, não há espaço para tiRaras vezes, resisto à tentaçãoOutras, impeço-te de ser felizÀs vezes, penso que sou especialOutras, apercebo-me que valhoLire la suite « Paradoxo »

Porta

Porta trancadaToda escaqueiradaPorta fechada a sete chavesEscrava de caprichos e necessidadesPorta usada, velhinhaPequena e castanhinhaPorta com cadeadoGrande e codificadoPorta que apenas conhece sonhosOs meus, os teus, os nossosPorta que foge da realidadeE esconde a verdadePorta redonda, quadradaQue me acolhe quando estou cansadaPorta que rebenta, explodeQue apenas aguenta o que podePorta que ouve desaforos e gritariaQueLire la suite « Porta »

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