Silêncio

Tenho que aprender a ficar caladaA abrir a boca e não dizer nadaPreciso de fazer um esforçoPara que o silêncio seja o meu reforçoChega de fala barato!A vida não é sempre desacatoQuero ser luz na escuridãoE saber dizer nãoOuvir duas vezes e falar a metadeÉ essa a verdadeira liberdadeA natureza tem sempre razãoMas o serLire la suite « Silêncio »

Serenidade

Percorro as ruas desertas da cidadeUm templo de paz e de serenidadeSubo colinas, ruelas e muralhasLiberto-me das minhas antranhas Abrigo-me nas suas artériasQuem me dera regressar a estas férias!Os jardins estão imaculadamente Limpos e ordenadosSilêncio, que se vai cantar o fado?Sinto falta do barulho, da confusãoNão sou capaz de ouvir o meu coraçãoSonho ou realidade?PoucoLire la suite « Serenidade »

Inverno que parece Outono

Caminhamos descalços e de mãos entrelaçadasNum ritmo lento e desenfadadoMarcamos passo nesse chão suaveSob um manto de folhas secas. Sem pressa, desacelaramos o tempoE pedimos ao coração que abrandeMais um sorriso, um beijo, um abraçoUm carícia, um aconchego, um olhar. E o silêncioProfundo e inquietanteAtormenta os que não sabem escutarO mar, as núvens, a terraLire la suite « Inverno que parece Outono »

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