Far away from home

Reprise

I wish I could turn back time
When everything was pretty and simple
Stop all the watches of the world
I beg you!
So I can jump off the train
And miss the plane
Just to stay with the people
That still know my name.

Filipa Moreira da Cruz

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Portas e janelas

Se um dia fecharem-lhe as portas da vida, pule a janela.

Auguste Cury

Entre muitas outras coisas, tu eras para mim uma janela através da qual podia ver as ruas. Sozinho não o podia fazer.

Franz Kafka

O individualismo é amigo da solidão e ambos fecham as portas para a felicidade.

Auguste Cury

Um livro é como uma janela. Quem não o lê, é como alguém que ficou distante da janela e só pode ver uma pequena parte da paisagem.

Khalil Gibran

As portas da sabedoria nunca estão fechadas.

Benjamin Franklin

Quando abro a cada manhã a janela do meu quarto
É como se abrisse o mesmo livro
Numa página nova…

Mário Quintana

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Del suelo al cielo

Una alfombra de flores cubre el suelo
Armonía de olores
Los pájaros invaden el cielo
Mezcla perfecta de colores.

Filipa Moreira da Cruz

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Três noites e dois dias

Reprise

Desta vez, nem tive tempo de abraçar a minha Lisboa. Acabada de aterrar, fui para Tomar, a cidade que os meus pais escolheram para viver depois de mais de 60 anos na capital.
O calor abrasador baralhou-me o discurso. Nem para falar tinha energia. Já não me lembrava do que eram 42°C à sombra!
A terra dos Templários está ainda mais bonita e misteriosa.
Do alto da colina, o Convento de Cristo vigia a cidade. Imponente.
Com a cabeça no azul do céu e os pés firmes na calçada, tão portuguesa, andar torna-se uma missão quase impossível, tal é o calor.
Na praça principal não há viv’alma. Apenas alguns turistas em busca de uma sombra.
O Nabão segue o seu curso, refrescando-me os pensamentos.
No sítio do costume, os dois Fernandos dão dois dedos de conversa. Que dirá o compositor ao amigo poeta? Nem as moscas devem saber!

Filipa Moreira da Cruz

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Para si mãe

Photo : Margarida Moreira da Cruz

Querida mãe,
Enviou-me esta fotografia da terra que a acolheu
E eu recebo-a com o carinho que sempre me deu
Estes versos são insignificantes
Mas sabe que o amor, esse, é eterno e constante
Regado diariamente com alegria e resiliência
Alheio a futilidades e prepotência
O castelo vigia, do alto da colina
A cidade que é sua e quase minha
E a adorada calçada portuguesa
Tão nossa e cheia de beleza
Traz-me de volta a casa
Sou afortunada!
A água do Nabão corre sem pudor
Dizendo-nos « seja o que for »
As saudades, companheiras eternas
São dolorosas e, ao mesmo tempo, fraternas
Dão-me força e esperança
Vivamos o agora sem medo da mudança.

Filipa Moreira da Cruz

Del suelo al cielo

Una alfombra de flores cubre el suelo
Armonía de olores
Los pájaros invaden el cielo
Mezcla perfecta de colores.

Filipa Moreira da Cruz

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Portas e janelas

Se um dia fecharem-lhe as portas da vida, pule a janela.

Auguste Cury

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Far away from home

I wish I could turn back time
When everything was pretty and simple
Stop all the watches of the world
I beg you!
So I can jump off the train
And miss the plane
Just to stay with the people
That still know my name.

Filipa Moreira da Cruz

Photos : Filipa Moreira da Cruz

Três noites e dois dias

Desta vez, nem tive tempo de abraçar a minha Lisboa. Acabada de aterrar, fui para Tomar, a cidade que os meus pais escolheram para viver depois de mais de 60 anos na capital.
O calor abrasador baralhou-me o discurso. Nem para falar tinha energia. Já não me lembrava do que eram 42°C à sombra!
A terra dos Templários está ainda mais bonita e misteriosa.
Do alto da colina, o Convento de Cristo vigia a cidade. Imponente.
Com a cabeça no azul do céu e os pés firmes na calçada, tão portuguesa, andar torna-se uma missão quase impossível, tal é o calor.
Na praça principal não há viv’alma. Apenas alguns turistas em busca de uma sombra.
O Nabão segue o seu curso, refrescando-me os pensamentos.
No sítio do costume, os dois Fernandos dão dois dedos de conversa. Que dirá o compositor ao amigo poeta? Nem as moscas devem saber!

Filipa Moreira da Cruz

Photos : Filipa Moreira da Cruz