Portas e janelas

Sou apaixonada por portas e janelas Grandes, pequenas, de ferro ou de madeiraPara mim, todas são belasNunca me sinto sem eira nem beira Porque quando uma se fechaOutra estende-me os braçosUma porta trancada não se rejeitaE eu recebo-a num grande abraçoJanela velha e escaqueiradaEnterrada viva sem dó nem piedadeSofre em silêncio a desgraçadaPortas de casasLire la suite « Portas e janelas »

Nostalgia do futuro

Ai se eu soubesseSer sol e luaCéu e marAi se eu soubesseFazer tudo sem pressaBem devagarAi se eu soubesseApagar as chamas do mundoCom garra e genicaAi se eu soubesseTransformar o planeta azul num segundoNo doce lar que nos abrigaAi se eu soubesseLidar com as saudadesSem dor nem tristezaAi se eu soubesseDar a volta às dificuldadesComLire la suite « Nostalgia do futuro »

Esperanza

Ningún mal dura para siempreY el sol lo llevo en mi menteNo hay tristezas eternas¡Quitate las penas!Todo cambia De la noche a la mañana En un segundo todo es posible Y el universo vuelve a ser creíble Basta escuchar el corazón ¡Olvidate de la razón! La vida es una danzaEntra en el baile y pintateLire la suite « Esperanza »

Recuerdos

Miro a esa casa frente al marY me acuerdo de nuestro hogar Escucho el viento Y me acuerdo de tu alientoVeo los árboles agitandose Y me acuerdo de tus dedos regañandomeHuelo las flores en el jardín Y me acuerdo de tu perfume en miOigo los coches que circulan Y me acuerdo de tus caricias queLire la suite « Recuerdos »

Ayer…hoy

Ayer llegó sin avisoY terminó en un suspiroDe repente, te fuisteY de mi piel te despedisteSin siquiera decir adiosAyer fuimos dosEn un cuerpo muertoSin luz ni revueltoHoy ya está aquíCon una sonrisa agridulce para mi Los barcos pasan Las estrellas brillanEl cielo es más gris Gotas de lluvia caen sobre mi narizLa vida sigue igualYLire la suite « Ayer…hoy »

Uma casa como a minha

Casa é calma e aconchego?Nem sempreHá casas que são desasossegoE distraem a menteLar doce lar?AlgumasNoutras é um inferno lá morarDuvidas?Queres entrar?Bonita e sofisticada por foraQuando entras, sonhas em ir-te emboraOs que lá moram choram em silêncioDa violência fazem um convênioPrefiro a minha casinhaSimples e pequeninaEm cada canto, respira-se magiaE todos os dias são uma alegria.Lire la suite « Uma casa como a minha »

Quebra cabeças

Alma na lamaLama nos pés Pés descalçosDescalços os sonhosSonhos levados pelo ventoVento áspero e violentoViolento golpe de estadoEstado de bonançaBonança aparenteAparente felicidadeFelicidade que escapa Escapa entre os dedos Dedos mágicosMágicos segundos Segundos escravos do tempoTempo dono e senhor da vidaVida simplesmente… vivida! Filipa Moreira da Cruz

Ai, o amor!

Duvida da luz dos astros,De que o sol tenha calor,Duvida até da verdade,Mas confia no meu amor. William Shakespeare Não me odeies, não me censuresTudo o que faço é por amorOfereço-te o que tenhoE o que não possedo inventoPara ver-te sempre feliz A tua alma implora maisDeseja algo fora do meu alcanceEu apenas peço umLire la suite « Ai, o amor! »

As voltas da vida

É cão, é gato, é pulga e comichãoÉ uma casa de loucos onde reina a confusãoÉ fora, é dentro, é sempre a andarÉ amor, é alegria, é crescer e partilhar Vida emocionante e repleta de aventuras É a desta criança sempre a fazer travessuras É calor, é sol, é praia e muitos geladosÉ a chuvaLire la suite « As voltas da vida »

A melodia das cotovias

Morre de sofrimento esta família que se esconde por detrás dessa janela, igual a tantas outras. Outrora alegre, esta casa está triste e melancólica, afogada nas memórias do passado. Não é azul, mas sim preta a cor que a rodeia. O vaso está quebrado, as flores murcharam e o olhar do gato ficou transparente, insípido.Lire la suite « A melodia das cotovias »

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