Comment ça va?

Esta questão é-me colocada várias vezes ao longo do dia. Os franceses têm-na na ponta da língua e respondem por automatismo: ça va. E eu não fujo à regra porque ninguém está interessado em ouvir um desabafo, uma apreensão. Ninguém tem tempo para lamurias nem queixas. Ninguém se preocupa com os problemas dos outros nemLire la suite « Comment ça va? »

Se não for Covid, pode esperar?!

Há uns dias ligou-me uma amiga. Finalmente (pensei)! A última vez que falamos ao telefone foi no início do ano. Depois dessa data enviei-lhe várias mensagens, mas nunca obtive nenhuma resposta. Quando atendi o telefone apressou-se a desculpar-se dizendo-me que estava muito ocupada. Com o quê? Não tem filhos e está em layoff desde novembro.Lire la suite « Se não for Covid, pode esperar?! »

Made in USA

A primeira vez que fui aos Estados Unidos tinha 14 anos. A minha mãe fez-me a surpresa e levou-me a Nova Iorque, uma metrópole fascinante com quase tantos habitantes que Portugal. Fiquei deslumbrada com a cidade que nunca dorme. Londres já me tinha conquistado, mas Nova Iorque superou todas as minhas expectativa porque consegue serLire la suite « Made in USA »

Voltar a aprender

O mundo está doente, a sociedade cheira a podre e os que por aqui andamos estamos meio (ou totalmente) perdidos. Chocam-me os atentados terroristas, os atos homofóbicos, xenófobos e racistas, o vandalismo e a destruição do património. A estupidez humana não tem limites. Mas acima de tudo, choca-me o que se faz contra o serLire la suite « Voltar a aprender »

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